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	<title>Marcia Corrêa, Psicóloga &#187; Terapia Comportamental</title>
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	<description>Blog Profissional</description>
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		<title>Realizações profissionais</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 22:42:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise do Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicóloga Marcia Corrêa]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Comportamental]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem me conhece sabe o quanto eu sou adepta à pesquisas científicas, simplesmente adoro!! É com grande satisfação que o artigo de hoje é para falar da minha experiência como orientadora de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) e da experiência participando de bancas de TCC no UNIA/Anhanguera. Eu tive muita sorte, pois meu primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem me conhece sabe o quanto eu sou adepta à pesquisas científicas, simplesmente adoro!! É com grande satisfação que o artigo de hoje é para falar da minha experiência como orientadora de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) e da experiência participando de bancas de TCC no UNIA/Anhanguera. Eu tive muita sorte, pois meu primeiro orientando, o agora psicólogo Robson Rogério Soares, já era um pesquisador! Foi muito tranquilo orientá-lo e a gente passava mais tempo tirando coisas do TCC do que acrescentando. E sempre com o nosso combustivel semanal: a Coca Cola Zero, que também nos acompanhou no dia da Defesa. Uma gentileza dele, que impressionou o público, mas não a banca, que já o conhecia bem. &#8220;Só podia ser o Robson&#8221;, foi o que pensamos.</p>
<p><img src="http://img.photobucket.com/albums/v624/Marcia-Yuna/BLOG/blog2DSC03798.jpg" alt="Robson" /><br />
<strong>Da esquerda para a direita: Profa. Judith Cristina Gouveia Nogueira,<br />
Profa. Dra. Maria Teresa Nappi Moreno, psicólogo Robson Rogério Soares e<br />
Profa. Marcia Luiza Trindade Corrêa (orientadora)</strong></p>
<p>A foto acima é da data da banca de TCC dele. Dá para ver a garrafinha de Coca Cola zero na foto. O TCC dele foi &#8220;Contribuição Psicológica da Visita no Ambiente Hospitalar&#8221; e foi aprovado com a média 10 com louvor. Fiquei muito contente!! Ele fez uma análise funcional da contribuição da visita para pacientes internados num hospital particular que atende classe média-baixa. Além da nota ele já recebeu um convite de trabalho, recebemos um convite da Maria Teresa para escrever um artigo e vamos apresentar o trabalho no Congresso da ABPMC, se for aprovado, é claro. Já enviamos a proposta de poster.</p>
<p>Além do meu orientando, participei de mais duas bancas de TCC, ambas orientadas pela minha amiga Profa. Dra. Cristina Moreira Fonseca. Primeiro foi das alunas Luciene Macedo Alves e Renata Braga Madruga. O TCC delas foi &#8220;Síndrome de Burnout e Habilidades Sociais: Um estudo realizado com professores de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental da rede pública&#8221;. Foi muito interessante pois elas não encontraram co-relação entre o Burnout e Habilidades Sociais nessas professoras, o que não deixa de ser um dado super importante. </p>
<p><img src="http://img.photobucket.com/albums/v624/Marcia-Yuna/BLOG/blog1DSC03796.jpg" alt="Luciene e Renata" /><br />
<strong>Da esquerda para a direita: psicóloga Luciene Macedo Alves,<br />
Profa. Dra. Cristina Moreira Fonseca (orientadora), psicicóloga Renata Braga Madruga,<br />
Profa. Dra. Maria Aparecida Lauretti e Profa. Marcia Luiza Trindade Corrêa.</strong></p>
<p>O outro foi do aluno Marcelo Fossard Paschoalin: &#8220;Por trás da Máscara: a Identificação das personagens de RPG com seus jogadores&#8221;. Particularmente gostei bastante por ser sobre uma área que muito me agrada, que são os jogos de RPG, ainda mais o Dungeous &#038; Dragons que foi o jogo utilizado por ele no TCC. Ele conseguiu comprovar que é possível levantar características das pessoas através das personagens criadas por elas em jogos de RPG. Foi uma replicação de uma pesquisa americana muito bem sucedida.</p>
<p><img src="http://img.photobucket.com/albums/v624/Marcia-Yuna/BLOG/blog3DSC03800.jpg" alt="Marcelo" /><br />
<strong>Da esquerda para a direita: Profa. Marcia Luiza Trindade Corrêa,<br />
psicólogo Marcelo Fossard Paschoalin e<br />
Profa. Dra. Cristina Moreira Fonseca (orientadora).</strong></p>
<p>Foram todos aprovados com média 10. Foi uma experiência incrível e inesquecível. Tenho muito carinho por esses alunos, por terem sido os primeiros. Agradeço muito a Deus por tudo de maravilhoso que tem acontecido comigo no âmbito profissional.</p>
<p>E assim acaba o primeiro semestre de 2009. E que venha o próximo!!</p>
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		<title>Mais entrevistas: Amor, Filhos e Poluição Visual</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 22:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Psicóloga Marcia Corrêa]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Comportamental]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois é, mais um ano começando, muito trabalho no consultório e no UNIA/ANHANGUERA, onde agora também leciono Análise Experimental do Comportamento. Estou muito feliz pois tem sido uma experiência incrível e não só é gratificante transmitir meu conhecimento aos alunos como também tenho aprendido muito com eles. A instituição faz uma avaliação anual e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, mais um ano começando, muito trabalho no consultório e no UNIA/ANHANGUERA, onde agora também leciono Análise Experimental do Comportamento. Estou muito feliz pois tem sido uma experiência incrível e não só é gratificante transmitir meu conhecimento aos alunos como também tenho aprendido muito com eles. A instituição faz uma avaliação anual e os alunos tem a oportunidade de avaliar os professores anonimamente e apontar críticas e sugestões.</p>
<p>Além desse trabalho ainda tenho sido requisitada para entrevistas de diferentes temas. A primeira foi para falar sobre as mulheres que amam demais, para o <strong>Portal Terra </strong>. Por conta do meu aprimoramento profissional em Terapia Comportamental de casais e famílias sou constantemente procurada para entrevistas sobre problemas conjugais e familiares. No final das contas só aproveitaram uma frase minha dessa vez, mas de qualquer forma vou passar o link, pois a matéria é bem interessante:<br />
<a href="http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI3503536-EI4788,00-Quando+amar+demais+o+outro+e+um+problema.html">http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI3503536-EI4788,00-Quando+amar+demais+o+outro+e+um+problema.html</a></p>
<p>Também fui solicitada mais uma vez pela <strong>Revista Malu</strong>, na Edição # 348. Dei uma entrevista dando dicas de como educar os filhos, contando os erros mais comuns que os pais cometem. Claro que na matéria não dá para colocar tudo que foi passado na entrevista, mas eles fizeram um bom resumo, com um quadrinho de erros comuns e conselhos. Estou nas páginas 18 e 19. Pra quem se interessar, é edição com a Vera Fisher na capa.</p>
<p>A última entrevista que dei foi para o <strong>Diário do Grande ABC</strong>, sobre influências da Poluição Visual na saúde humana. Foi publicado no último domingo, dia 8 de março (dia internacional da mulher), mas existe a versão online do Diário do Grande ABC que pode ser acessado via internet por qualquer pessoa, a qualquer momento, não precisa ser assinante. A minha entrevista está neste link:<br />
<a href="http://setecidades.dgabc.com.br/default.asp?pt=secao&#038;pg=detalhe&#038;c=1&#038;id=5732070">http://setecidades.dgabc.com.br/default.asp?pt=secao&#038;pg=detalhe&#038;c=1&#038;id=5732070</a><br />
A matéria tem três páginas, minhas colocações estão na última página, no último parágrafo.</p>
<p>Vou procurar atualizar o blog com mais frequência, ok? Muito obrigada a todos os visitantes.</p>
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		<title>Entrevistas de Novembro</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 18:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicóloga Marcia Corrêa]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Comportamental]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Novembro fui contatada algumas vezes pelo Portal Terra para dar novas entrevistas às matérias que eles fazem, no Canal Jovem e no Canal Mulher. Parece que as considerações baseadas na Terapia Comportamental agradaram! Foram quatro entrevistas esse mês.
A primeira delas foi para o Canal Mulher: &#8220;O que fazer se a relação está em crise?&#8221;
http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI2037694-EI4788,00.html
Depois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Novembro fui contatada algumas vezes pelo Portal Terra para dar novas entrevistas às matérias que eles fazem, no Canal Jovem e no Canal Mulher. Parece que as considerações baseadas na Terapia Comportamental agradaram! Foram quatro entrevistas esse mês.</p>
<p>A primeira delas foi para o Canal Mulher: &#8220;O que fazer se a relação está em crise?&#8221;<br />
<a href="http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI2037694-EI4788,00.html">http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI2037694-EI4788,00.html</a></p>
<p>Depois me chamaram para o Canal Jovem, para falar sobre paquera:<br />
<a href="http://www.terra.com.br/cgi-bin/index_frame/jovem/falaserio/2007/11/13/000.htm">http://www.terra.com.br/cgi-bin/index_frame/jovem/falaserio/2007/11/13/000.htm</a></p>
<p>Depois, numa mesma semana dei entrevista para os dois canais. </p>
<p>No Canal Mulher sobre o motivo dos homens terem medo de mulheres poderosas:<br />
<a href="http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI2092207-EI4788,00.html">http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI2092207-EI4788,00.html</a></p>
<p>E no Canal Jovem, sobre os &#8220;vícios&#8221; do namorado:<br />
<a href="http://www.terra.com.br/cgi-bin/index_frame/jovem/falaserio/2007/11/22/000.htm">http://www.terra.com.br/cgi-bin/index_frame/jovem/falaserio/2007/11/22/000.htm</a></p>
<p>Espero que gostem das matérias. As entrevistas que foram feitas via e-mails e tenho guardadas na íntegra, se alguém quiser ter acesso é só pedir. Apenas a entrevista sobre as &#8220;mulheres poderosas&#8221; foi dada por telefone e não tenho como repassar tudo que falei no dia.</p>
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		<title>IV Congreso ALAPSA</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 20:35:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Psicóloga Marcia Corrêa]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Comportamental]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazia tempo que eu não atualizava o blog! Desculpem, não vou demorar tanto até o próximo post. Ocorreu em São Paulo, na Unip campus Barcelar, de 15 a 18 de novembro, o IV Congreso Latinoamericano de Psicología de la Salud e XI ENPAH &#8211; Encontro Nacional de Psicólogos da Área Hospitalar. Foi um congresso muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazia tempo que eu não atualizava o blog! Desculpem, não vou demorar tanto até o próximo post. Ocorreu em São Paulo, na Unip campus Barcelar, de 15 a 18 de novembro, o IV Congreso Latinoamericano de Psicología de la Salud e XI ENPAH &#8211; Encontro Nacional de Psicólogos da Área Hospitalar. Foi um congresso muito interessante, com temas variados (todos dentro da Psicologia da Saúde e Psicologia Hospitalar) e profissionais de vários locais do Brasil e da América Latina.</p>
<p>Apresentei (em co-autoria com a minha orientadora Profa. Dra. Marlise Bassani), uma mini conferência da minha dissertação de mestrado, focando o trabalho realizado dentro de um hospital infantil humanizado.</p>
<p><img src="http://img.photobucket.com/albums/v624/Marcia-Yuna/BLOG/DSC02073blog.jpg" alt="alapsa" /><br />
<strong>Mini Conferência no IV Congresso ALAPSA</strong></p>
<p>O mais bacana desse congresso foi ter encontrado uma colega de Goiania que leu a minha dissertação de mestrado e utilizou o mesmo instrumento que eu na dissertação dela &#8211; a Escala AUQEI, de Qualidade de Vida para crianças. Conversamos muito e certamente manteremos contato. Fiquei super contente de saber que a minha dissertação chegou nas mãos de uma pessoa em Goiania! Sãos as vantagens da internet, não é mesmo?</p>
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		<title>Por que fazer Psicoterapia?</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 16:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicóloga Marcia Corrêa]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Comportamental]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje vou escrever um pouco sobre os benefícios da psicoterapia em geral. 
É claro que eu sou terapeuta comportamental e tenho uma forma específica de trabalhar no consultório, mas queria deixar claro que, ao meu ver, TODA terapia é válida, seja psicanálise de Freud, psicologia analítica de Jung, uma terapia mais fenomenológica, ou até mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vou escrever um pouco sobre os benefícios da psicoterapia em geral. <img src="http://www.gifmania.com.pt/smileys/pequenos/!cid_009c01c23d68$6f1a8fa0$0100007f@h5s3n0.gif" alt="teclando" /></p>
<p>É claro que eu sou terapeuta comportamental e tenho uma forma específica de trabalhar no consultório, mas queria deixar claro que, ao meu ver, TODA terapia é válida, seja psicanálise de Freud, psicologia analítica de Jung, uma terapia mais fenomenológica, ou até mesmo as terapias alternativas que vão surgindo&#8230; varia de acordo com a preferência do cliente, ou disponibilidade (horário, local, preço etc.), só tomem cuidado com a seriedade e compromisso do profissional que procuram, afinal, &#8220;charlatanismo&#8221; existe em todas as área de trabalho. Ao procurar um psicólogo, peça um cartão de visitas e guarde o número do CRP daquele profissional, pois esse número é a identidade que prova que ele pode atuar como psicólogo clínico.</p>
<p>Coisas do gênero &#8220;terapia é para loucos&#8221; são frequentemente ditas e ouvidas. As vezes parece que procurar psicoterapia é a última alternativa para cuidar de algo que não está bem, por exemplo, uma doença que não tem uma explicação física satisfatória (ainda farei um texto aqui no blog só sobre psicossomática, aguardem!). Mas não é bem assim, pelo contrário. Não precisamos procurar psicoterapia necessariamente quando há algo de errado conosco. Pode ser para se conhecer melhor, ou até para melhorar algo que já está bom, digamos assim. Como toda terapia é válida, eu particularmente acredito também que todas as pessoas se beneficiariam ao fazer terapia, pelas várias coisas que ela proporciona, as quais destaco três:</p>
<p><strong>seu espaço:</strong> cada cinquenta minutos de seção de terapia são os SEUS cinquenta minutos, para falar o que quiser, mágoas do passado, um segredo, ou até simplesmente desabafar. O terapeuta não vai julgar o que você está falando em hipótese alguma. Existem clientes que pedem literalmente que aquela seção seja um momento para chorar, por não ter privacidade em casa para isso, por exemplo. Outros pedem para falar sem serem interrompidos, porque só querem jogar para fora uma série de coisas que estão guardadas, como problemas no trabalho, com a família e que em muitas vezes nem há o que fazer mesmo, a não ser falar, desabafar. Aquele é o seu espaço, que você vai aproveitar como quiser. Não existe certo ou errado, nem regras a serem seguidas. O terapeuta está ali para ajudá-lo a fazer o que for melhor para você, sem se importar em agradar família, amigos, sociedade&#8230; (a não ser que esse seja de fato o seu objetivo, é claro). </p>
<p><strong>cura de doenças:</strong> Se você procurar terapia pedindo pela cura de alguma doenaça, é possível que o terapeuta responda que sim, que ele pode te curar. Mas tome cuidado, não é nenhuma mágica. É importante compreender que um terapeuta não pode realmente curar, mas pode trabalhar junto com você para que chegue à cura. Por exemplo, na adesão de um tratamento, ou na aceitação de que você terá uma rotina diferenciada dos demais por conta da sua doença. O caminho para a felicidade e para a cura de transtornos e doenças depende de cada um. Frequentemente, entretanto, necessitamos de alguém que mostre a maneira, ou as possibilidades de se chegar lá, e é aí que o terapeuta exerce uma função fundamental, pois possuímos técnicas específicas para tal.</p>
<p><strong>auto-conhecimento: </strong> Um bom terapeuta é aquele que pode ajudar o cliente a encontrar mais significado na vida e desenvolver sua autonomia. Fazendo terapia você aprimora seu potencial verdadeiro superando medos e resistências. Através da terapia você consegue aceitar e entender uma série de aspectos da sua vida, buscando mudar o que não o satisfaz.</p>
<p>Se você tem o desejo de viver uma vida melhor, faça terapia.<br />
Não vai se arrepender.</p>
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		<title>Terapia Comportamental</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 01:35:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Corrêa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicóloga Marcia Corrêa]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Comportamental]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas me perguntam sobre a forma como eu trabalho no consultório. São pessoas leigas em Psicologia e esse pequeno artigo visa justamente esclarecer como se dá a Terapia Comportamental, que é bem diferente da terapia clássica psicanalítica. Também pretendo publicar esse texto no meu site, que está quase pronto, por isso fiquem a vontade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas me perguntam sobre a forma como eu trabalho no consultório. São pessoas leigas em Psicologia e esse pequeno artigo visa justamente esclarecer como se dá a Terapia Comportamental, que é bem diferente da terapia clássica psicanalítica. Também pretendo publicar esse texto no meu site, que está quase pronto, por isso fiquem a vontade para tirar dúvidas e dar sugestões, como no texto abaixo, de Psicologia Ambiental. Lá vai&#8230; <img src="http://www.gifmania.com.pt/smileys/pequenos/!cid_009c01c23d68$6f1a8fa0$0100007f@h5s3n0.gif" alt="digitando" /></p>
<p>A causa do comportamento não é a mente, mas algo externo ao organismo, observável: o ambiente, o estímulo. Pensamentos e sentimentos também são comportamentos. Seriam o que a Psicologia Comportamental chama de comportamentos encobertos e é possível estudar aquilo que está dentro da pele, ou seja, há a possibilidade de estudar os eventos privados, mas não no mesmo sentido do mentalismo tradicional. Na visão Comportamental, os eventos privados de uma pessoa não são a causa de seu comportamento, mas, ao contrário, são eventos regidos pelas mesmas variáveis ambientais que controlam o comportamento manifesto. O comportamento é um processo, é mutável, e muda de acordo com as variáveis das quais ele é função.</p>
<p>Para a identificação de relações funcionais, utilizamos o conceito de contingência. O termo contingência é usado para se referir as relações entre comportamento e eventos ambientais. A Psicologia Comportamental utiliza-se de contingências e de relações funcionais como instrumentos para o estudo de interações organismo-ambiente. O experimentador manipula contingências em busca de relações funcionais e das condições nas quais podem ser observadas.</p>
<p>Comportamento e ambiente têm uma relação dinâmica, ou seja, o comportamento muda o ambiente assim como o ambiente muda o comportamento. E conhecer os determinantes de um comportamento é um passo fundamental para compreender a relação entre comportamento e saúde (ou doença).</p>
<p>Na Terapia Comportamental, trabalha-se basicamente com as variáveis externas, das quais o comportamento é função. Tentamos prever e controlar o comportamento de uma pessoa e chamamos esse processo de análise funcional. Esse é o instrumento básico de trabalho de qualquer analista de comportamento e é tarefa do terapeuta identificar as contingências que estão operando e também investigar as que operaram no passado. A análise funcional é vista como uma análise comportamental descritiva, ou seja, visa explicitar as contingências que podem estar operando para manter um determinado comportamento. </p>
<p>Fonte: CORRÊA, Marcia L. T. <strong><em>Psicologia Ambiental num Hospital Infantil: uma análise comportamental enfatizando qualidade de vida e bem-estar</em></strong>, Dissertação de Mestrado em Psicologia Clínica, PUC/SP, São Paulo, 2006.</p>
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