DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicóloga Marcia Corrêa | Posted on 08-03-2008-05-2008

0

Vou deixar aqui no blog a história do dia internacional da mulher, para quem ainda não conhece:

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Objetivo da Data

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Conquistas das Mulheres Brasileiras

Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

Fonte: www.suapesquisa.com/dia_internacional_da_mulher.htm

Desejo a todas as mulheres, amigas, mães, filhas, avós, netas, sogras, cunhadas, noras, primas e irmãs: Um ótimo sábado para todas nós!! E um feliz dia – TODOS OS DIAS!!

NOVA ENTREVISTA PARA O PORTAL TERRA (Canal Mulher)
tema: “O que fazer se você encontrou o cara certo na hora errada?”
http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI2640820-EI4788,00.html

Participação no Programa Mulheres

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicóloga Marcia Corrêa | Posted on 09-02-2008-05-2008

0

Participei ontem, dia 08 de Fevereiro de 2008, do Programa Mulheres, da TV Gazeta, apresentado pela Cátia Fonseca. Foi uma entrevista com o tema “fofoca”. Conversamos sobre os motivos que levam as pessoas a fazerem fofocas, porque as pessoas gostam tanto de fofocar e ouvir fofocas, e sobre os fatores positivos e negativos envolvidos.

O Programa Mulheres é um dos grandes clássicos da TV Brasileira, e está no ar desde 1980, quando era apresentado pela dupla Ione Borges e Claudete Troiano. A apresentadora Cátia Fonseca assumiu o programa em 2002. Me sinto honrada em participar de um programa tão importante.

Prog Mulheres
Cátia Fonseca entrevistando Marcia Corrêa

Fui muito bem recebida por todos da emissora e quero agradecer de coração pela receptividade e carinho! Foi a segunda vez que participei de um programa de TV como psicóloga convidada e adorei a experiência. Foi muito bacana participar do Mulheres!

A Cátia é muito simpática e tem um pique como apresentadora impressionante! Ela é muito assertiva, gostei muito de papear com ela. Sim, pq a entrevista acabou se tornando um gostoso bate-papo!! Ela é um amor de pessoa. Aliás, todos da emissora são muito simpáticos e agradáveis! Me senti muito bem-vinda, de verdade!! Foi uma experiência incrível que vou guardar com muito carinho.

Ainda quero agradecer a todos que me mandaram mensagens, e-mails, scraps, ligaram… e a todos que assistiram ao programa Mulheres ontem! Espero que tenham gostado da entrevista!

Mais fotos em: http://www.fotolog.com/psicomarcia

Site oficial do programa: http://www.tvgazeta.com.br/mulheres

Visita à TETRA PAK

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicologia Ambiental, Psicóloga Marcia Corrêa | Posted on 17-01-2008-05-2008

7

No final do ano passado fui convidada pela Profa. Dra. Marlise Bassani para ir juntamente com seus alunos de pós-graduação conhecer a fábrica da Tetra pak! Foi uma experiência inesquecível e a preocupação dele em reciclar as embalagens é impressionante!! Cabe a nós, usuários, aprender que embalagem tetrapac (essas de caixinha de suco e tudo mais) são totalmente recicláveis sim… como são compostas de papel, plástico e alumínio as vezes a dúvida é onde jogar a embalagem – a resposta é: qq lugar (desde que seja separado do lixo orgânico, é claro!) Isso porque todo lixo reciclado passa por um processo de seleção antes, onde são separados corretamente cada ítem – mas se você quer jogar no lugar mais correto, jogue em “papel” (lixo azul).

Assistimos palestras, visitamos a fábrica, conhecemos tudo mesmo! Todos foram muito atenciosos e me senti realmente bem-vinda nesta visita! Agradeço a todos os envolvidos!!

tetrapak
Mais fotos no www.fotolog.com/psicomarcia

Um pouco sobre a empresa (retirado do site oficial)

O Fundador
A história da Tetra Pak tem início quando seu fundador, o sueco Dr. Ruben Rausing, na época cursando a universidade de Harvard (EUA), descobriu as lojas de auto-serviço. Ruben Rausing achou que a novidade americana iria, em breve, se espalhar pela Europa. As empresas, então, precisariam de embalagens práticas para acondicionar e preservar os alimentos, muitos até então vendidos à granel. Nascia a primeira embalagem da Tetra Pak.

A Empresa
Em 1951, já de volta à Suécia, Dr. Ruben Rausing idealizou a embalagem, em formato de tetraedro (quatro faces, triangular, com base horizontal). Um ano depois, em 1952, a empresa já comercializava sua primeira máquina de embalagens cartonadas. O creme de leite foi o primeiro produto a ser embalado pela Tetra Pak. Três anos depois as embalagens da Tetra Pak começaram a acondicionar leite pasteurizado. A embalagem tipo longa vida, no entanto, seria criada apenas em 1961. Foi neste ano que Dr. Ruben Rausing uniu os conceitos de ultrapasteurização e embalagem asséptica, criando a embalagem que protegeria o leite, sem necessidade de conservantes e refrigeração.
pelé garoto propaganda da Tetra Pak

Expansão
A empresa expandiu suas atividades na década de 90, adquirindo a Alfa Laval, um dos maiores fornecedores mundiais de equipamentos e plantas para a indústria alimentícia. A Tetra Pak passou a oferecer a seus clientes sistemas completos integrando as linhas de processamento, envase e distribuição de produtos.

Atualmente
Hoje, a Tetra Pak está presente em mais de 165 países – é uma organização global que produz sistemas integrados para processamento, envase, distribuição e embalagens cartonadas para alimentos como leite e derivados, sucos, chás, derivados de tomate, cremes, molhos e outros.

Visitem o site oficial: http://www.tetrapak.com.br

Tetra Pak – protege o que é bom!

Entrevistas de Novembro

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicóloga Marcia Corrêa, Terapia Comportamental | Posted on 08-12-2007-05-2008

0

Em Novembro fui contatada algumas vezes pelo Portal Terra para dar novas entrevistas às matérias que eles fazem, no Canal Jovem e no Canal Mulher. Parece que as considerações baseadas na Terapia Comportamental agradaram! Foram quatro entrevistas esse mês.

A primeira delas foi para o Canal Mulher: “O que fazer se a relação está em crise?”
http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI2037694-EI4788,00.html

Depois me chamaram para o Canal Jovem, para falar sobre paquera:
http://www.terra.com.br/cgi-bin/index_frame/jovem/falaserio/2007/11/13/000.htm

Depois, numa mesma semana dei entrevista para os dois canais.

No Canal Mulher sobre o motivo dos homens terem medo de mulheres poderosas:
http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI2092207-EI4788,00.html

E no Canal Jovem, sobre os “vícios” do namorado:
http://www.terra.com.br/cgi-bin/index_frame/jovem/falaserio/2007/11/22/000.htm

Espero que gostem das matérias. As entrevistas que foram feitas via e-mails e tenho guardadas na íntegra, se alguém quiser ter acesso é só pedir. Apenas a entrevista sobre as “mulheres poderosas” foi dada por telefone e não tenho como repassar tudo que falei no dia.

IV Congreso ALAPSA

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicologia Ambiental, Psicóloga Marcia Corrêa, Terapia Comportamental | Posted on 03-12-2007-05-2008

0

Fazia tempo que eu não atualizava o blog! Desculpem, não vou demorar tanto até o próximo post. Ocorreu em São Paulo, na Unip campus Barcelar, de 15 a 18 de novembro, o IV Congreso Latinoamericano de Psicología de la Salud e XI ENPAH – Encontro Nacional de Psicólogos da Área Hospitalar. Foi um congresso muito interessante, com temas variados (todos dentro da Psicologia da Saúde e Psicologia Hospitalar) e profissionais de vários locais do Brasil e da América Latina.

Apresentei (em co-autoria com a minha orientadora Profa. Dra. Marlise Bassani), uma mini conferência da minha dissertação de mestrado, focando o trabalho realizado dentro de um hospital infantil humanizado.

alapsa
Mini Conferência no IV Congresso ALAPSA

O mais bacana desse congresso foi ter encontrado uma colega de Goiania que leu a minha dissertação de mestrado e utilizou o mesmo instrumento que eu na dissertação dela – a Escala AUQEI, de Qualidade de Vida para crianças. Conversamos muito e certamente manteremos contato. Fiquei super contente de saber que a minha dissertação chegou nas mãos de uma pessoa em Goiania! Sãos as vantagens da internet, não é mesmo?

I Semana de Psicologia da Fafijan

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicologia Ambiental, Psicóloga Marcia Corrêa | Posted on 29-10-2007-05-2008

0

Quinta feira viajei para Maringá, a convite da minha colega de mestrado, a Profa. Renata Emy Koyama, e dei uma palestra em Jandaia do Sul, na I Semana de Psicologia da Fafijan. A Palestra foi uma introdução à Psicologia Ambiental. Falei dos fenômenos estudados, como espaço pessoal, aglomeração, apropriação do espaço, estresse urbano etc., assim como as possíveis áreas de atuação do psicólogo ambiental e a sua forma de ver as inter-relações pessoa-ambiente, destacando o trabalho interdisciplinar.

É o primeiro curso de Psicologia de Jandaia do Sul. Na platéia eram todos alunos do primeiro ano de Psicologia. A grande maioria das pessoas presentes não conheciam Psicologia Ambiental e outras tinham uma visão equivocada, como se o campo de estudo estivesse concentrado apenas no ambiente natural. Comentei sobre alguns trabalhos em ambiente construído (urbano) em hospitais e no meu consultório, e creio que com isso consegui dar um grande passo para o futuro da Psicologia Ambiental, pois dali podem surgir futuros pesquisadores da área.

Vejam a programação completa da Semana aqui:
http://www.fafijan.br/graduacao/psi/semana_2007/index.htm

Gostaria de aproveitar esse espaço do meu blog para elogiar a forma como fui recebida, os presentes e o carinho que recebi de todos na Fafijan! Muito obrigada, de coração! Jamais esquecerei esse momento da minha carreira profissional!

Entrevistas!

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicóloga Marcia Corrêa | Posted on 16-10-2007-05-2008

0

Olá visitantes do meu blog! Hoje vou divulgar algumas entrevistas que dei nesse mês de outubro. A primeira delas foi sobre estresse, para a Revista “Ambiente Urbano” do Instituto Triângulo, uma ONG focada no meio ambiente urbano. Como está no site: O Instituto Triângulo é uma Organização de Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), certificada pelo Ministério da Justiça, desde março de 2004, que tem como objetivo mobilizar a população para a prática ecológica urbana. Para isso, são sugeridas ações com a finalidade de incorporar no cotidiano das pessoas a melhoria do meio ambiente urbano, a inclusão social e o consumo consciente, bases para o desenvolvimento sustentável. O site deles é muito interessante, não deixem de visitar: http://www.triangulo.org.br

A segunda entrevista foi para o Canal Jovem do Portal Terra, sobre o que fazer após a primeira “ficada”. Essa matéria é possível conferir online: http://www.terra.com.br/cgi-bin/index_frame/jovem/falaserio/2007/10/10/000.htm Quem tiver interesse em ler a entrevista completa entre em contato comigo.

A terceira foi para a revista Vitrine Mulher, sobre duas pesquisas realizadas separadamente nos Estados Unidos que chegaram à mesma conclusão de que a mulher moderna é menos feliz do que o homem. As duas pesquisas dizem que isto se dá pelo fato de terem muitas ambições e serem obrigadas a lidar com a frustração de não conseguir fazer tudo que gostariam. Na entrevista eu discuto o conceito de felicidade e comento sobre a dupla-jornada de trabalho que a mulher possui atualmente. O site da revista é: http://www.vitrinemulher.com.br

III Seminário… minhas considerações

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicologia Ambiental, Psicóloga Marcia Corrêa | Posted on 05-10-2007-05-2008

2

O III SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE PSICOLOGIA AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PUC/SP – EMBRAPA, com o tema “água, mudanças climáticas e bem-estar” foi um sucesso! Não imagino uma forma melhor de comemorar os 10 anos do Grupo de Estudos e Pesquisa em Psicologia Ambiental da PUC/SP (do qual faço parte desde 2000, quando iniciei meu Aprimoramento).

III Seminário
Palestrantes e alguns dos membros da comissão organizadora do evento

Eu não pude acompanhar tudo porque estava trabalhando na comissão organizadora, mas consegui assistir a conferência do Dr. Gabriel Moser, e foi muito interessante. Ele apresentou três pesquisas realizadas no Laboratoire de Psychologie Environnementale, todas relacionadas à água. A primeira pesquisa apresentada, que na verdade foi a última realizada, falava do uso e da percepção da água em quatro países, de três continentes: Europa (Itália e França), Ásia (Índia) e America Latina (México). Nos países em desenvolvimento, como a Índia e o Mexico onde a acessibilidade, qualidade e acessibilidade à água limpa são incertas, foi constatado que havia uma maior conscientização da importância da água e da sua degradação progressiva, enquanto que nos países ocidentais desenvolvidos, onde as pessoas possuem uma boa instrução, educação etc. não há essa conscientização e as pessoas ainda agem como se a água fosse um recurso ilimitado.

Eu, particularmente, me surpreendi com essa constatação, pois, as pessoas que são melhores instruídas, com acesso a educação, deveriam ter uma noção mais clara de que a água do planeta está acabando sim e que precisamos tomar as devidas providências para garantir uma boa qualidade de vida para a nossa geração e para as gerações futuras, enquanto que as pessoas menos instruídas talvez não tivessem essa noção, mas o que acontece é justamente o contrário. Quem não possui saneamento básico é quem valoriza muito mais a água!

As outras duas pesquisas apresentadas por Moser também foram interessantes, uma falando sobre os agricultores franceses e a forma como eles lidam com as questões relacionadas à desenvolvimento sustentável e a terceira sobre a percepção da água e condições do acoplamento no comportamento de conservação em vários países: da Europa: Munich, Madrid, Rennes, Limoges, Bordeaux, e Paris; da Ásia: Jakarta e Osaka; da África: Ouagadougou e da América do Sul: Brasília. Pesquisadores desses paises se uniram para essa pesquisa e o resultado foi semelhante ao da primeira (no que diz respeito aos países em desenvolvimento e os mais desenvolvidos), e destaco os dois tipos de representação da água: uma visão fragmentada, baseada na experiência individual e dependente da proximidade temporal e espacial; e uma visão abstrata, global e ecológica baseada na percepção de interdependência entre pessoa e ambiente, largamente independente do contexto temporal e espacial.

O Seminário ainda contou com a presença da Profa. Dra. Marlise Bassani, uma das coordenadoras do convênio PUC-Embrapa, que fez uma apresentação destacando as pesquisas já realizadas dentro deste convênio e a produção do Grupo de Estudos e Pesquisa em Psicologia Ambiental da PUC/SP em Congressos e outros Eventos Científicos num video descontraído que apresentava uma sequência de fotos com pesquisadores ilustres da Psicologia Ambiental atual. Para ressaltar a importância da inter-relações pessoa-ambiente na saúde e na qualidade de vida, ela usou como música de fundo Felicidade, de Luiz Tatit, e foi muito elogiada por isso. Deixo aqui a letra da música, para quem não a conhece:

Felicidade
Luiz Tatit

Não sei porque estou tão feliz
Não há motivo algum pra ter tanta felicidade
Não sei o que que foi que eu fiz
Se fui perdendo o senso de realidade

Um sentimento indefinido
Foi me tomando ao cair da tarde
Infelizmente era felicidade
Claro que é muito gostoso
Claro que eu não acredito
Felicidade assim sem mais nem menos
É muito esquisito!

Não sei porque estou tão feliz
Preciso refletir um pouco e sair do barato
Não posso continuar assim feliz
Como se fosse um sentimento inato
Sem ter o menor motivo
Sem uma razão de fato

Ser feliz assim é meio chato
As coisas nem vão muito bem
Perdi o dinheiro que tinha guardado
E pra completar depois disso
Eu fui despedido estou desempregado

Amor que sempre foi meu forte
Não tenho tido muita sorte
Estou sozinho sem saída
Sem dinheiro sem comida
E feliz da vida

Não sei porque estou tão feliz
Vai ver que é pra esconder no fundo uma infelicidade
Pensei que fosse por aí
Fiz todas terapias que tem na cidade
A conclusão veio depressa
Sem nenhuma novidade
Meu problema era felicidade

Nem fiquei desesperado
Fui até, bem razoável
Felicidade quando é no começo
Ainda é controlável

Não sei o que que foi que eu fiz
Pra merecer estar radiante de felicidade
Mais fácil ver o que eu não fiz
Fiz pouca coisa aqui pra minha idade
Não me dediquei a nada
Tudo eu fiz pela metade
Por que então tanta felicidade?

Dizem que só penso em mim
Sou muito centrado
Que sou egoista
Tem gente que põe meus defeitos
Em ordem alfabética
E faz uma lista
Por isso não se justifica
Tanto privilégio de felicidade

Independente dos deslizes
Dentre todos os felizes
Sou o mais feliz

Não sei porque estou tão feliz
E já nem sei se é necessário ter um bom motivo
A busca de uma razão
Me deu dor de cabeça
Acabou comigo

Enfim eu já tentei de tudo
Enfim eu quis ser conseqüente
Mas desisti
Vou ser feliz pra sempre

Peço a todos: com licença!
Vamos liberar o pedaço
Felicidade assim desse tamanho
Só com muito espaço

O Dr. José Maria Gusman Ferraz, coordenador do Convênio PUC-Embrapa pela Embrapa Meio Ambiente, apresentou uma conferência sobre mudanças climáticas e educação ambiental, além de participar da Mesa Redonda “Olhares sobre a água” que contou também com uma linda apresentação do Frei Vasco Croccoli, que apresentou a sua visão religiosa de uma forma muito agradável de se ouvir, lembrando inclusive que no dia 4 de outubro (data do seminário) celebramos São Francisco de Assis, que tanto amava a natureza.

Outra apresentação interessante foi a do Professor Marco Antônio Ferreira Gomes, da Embrapa Meio Ambiente, sobre o Aquífero Guarani frente às mudanças climáticas. Foi clara a reação das pessoas em relação à esse tesouro que possuímos em nosso país e que não podemos mais degradar. Algumas pessoas presentes chegaram a comentar comigo que nem sabiam da existência desse Aquíforo, que é tão importante quanto a nossa floresta amazônica.

Este ano tive a oportunidade de apresentar um trabalho também, na inédita seção de posters enviados por estudantes e profissionais que lidam de alguma forma com a Psicologia Ambiental. O meu foi uma revisão atualizada da inserção de aquários em hospitais buscando destacar os benefícios que a inclusão deles podem trazer ao paciente hospitalizado, assim como aos acompanhantes, funcionários e demais pessoas inseridas no ambiente.

Outros três posters me chamaram a atenção:

O de Suzana Maria da Silva Ferreira Lima, sobre o trauma e a dor das mulheres ribeirinhas que tiveram que vivenciar o escalpelamento (perda parcial ou total do couro cabeludo) provocado pela sucção do motor de eixo do barco que utilizam; o da equipe da prefeitura municipal de Barueri, com a Agenda 21 Escolar, e aproveito para agradecer o material distribuído, principalmente o broche que diz “penso globalmente e atuo localmente” (quem me conhece sabe o quanto adoro broches, estou sempre com algum na bolsa ou na roupa); e o de Maísa Mostica Hortal, com uma proposta de desenvolvimento sustentável local muito interessante.

Sem dúvidas foi um prazer para mim ter participado mais uma vez da comissão organizadora deste seminário. É um trabalho voluntário que eu faço desde a sua primeira edição e vê-lo crescendo a cada ano é uma satisfação pessoal muito grande.

Novo site no ar! www.psicomarcia.net

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicóloga Marcia Corrêa | Posted on 28-09-2007-05-2008

2

Bom dia a todos! Meu novo site já está no ar!!

Com um novo layout, muito mais bonito e moderno!

Visitem!!!! http://www.psicomarcia.net !

Vou aproveitar para fazer alguns agradecimentos importantes: Agradeço ao meu cunhado Rodrigo Barros, que fez o layout (na verdade está fazendo pois ainda precisamos arrumar algumas coisas). Agradeço também minha irmã Flavia Correa que cuidou do meu site “kitnet” por tanto tempo. E, claro, ao meu namorado José, que me ajudou a colocar o site na locaweb e me incentivou a criar este blog.

Críticas e sugestões para o novo site são muito bem-vindas,
não deixem de fazer seus comentários, ok?

Por que fazer Psicoterapia?

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicóloga Marcia Corrêa, Terapia Comportamental | Posted on 17-09-2007-05-2008

20

Hoje vou escrever um pouco sobre os benefícios da psicoterapia em geral. teclando

É claro que eu sou terapeuta comportamental e tenho uma forma específica de trabalhar no consultório, mas queria deixar claro que, ao meu ver, TODA terapia é válida, seja psicanálise de Freud, psicologia analítica de Jung, uma terapia mais fenomenológica, ou até mesmo as terapias alternativas que vão surgindo… varia de acordo com a preferência do cliente, ou disponibilidade (horário, local, preço etc.), só tomem cuidado com a seriedade e compromisso do profissional que procuram, afinal, “charlatanismo” existe em todas as área de trabalho. Ao procurar um psicólogo, peça um cartão de visitas e guarde o número do CRP daquele profissional, pois esse número é a identidade que prova que ele pode atuar como psicólogo clínico.

Coisas do gênero “terapia é para loucos” são frequentemente ditas e ouvidas. As vezes parece que procurar psicoterapia é a última alternativa para cuidar de algo que não está bem, por exemplo, uma doença que não tem uma explicação física satisfatória (ainda farei um texto aqui no blog só sobre psicossomática, aguardem!). Mas não é bem assim, pelo contrário. Não precisamos procurar psicoterapia necessariamente quando há algo de errado conosco. Pode ser para se conhecer melhor, ou até para melhorar algo que já está bom, digamos assim. Como toda terapia é válida, eu particularmente acredito também que todas as pessoas se beneficiariam ao fazer terapia, pelas várias coisas que ela proporciona, as quais destaco três:

seu espaço: cada cinquenta minutos de seção de terapia são os SEUS cinquenta minutos, para falar o que quiser, mágoas do passado, um segredo, ou até simplesmente desabafar. O terapeuta não vai julgar o que você está falando em hipótese alguma. Existem clientes que pedem literalmente que aquela seção seja um momento para chorar, por não ter privacidade em casa para isso, por exemplo. Outros pedem para falar sem serem interrompidos, porque só querem jogar para fora uma série de coisas que estão guardadas, como problemas no trabalho, com a família e que em muitas vezes nem há o que fazer mesmo, a não ser falar, desabafar. Aquele é o seu espaço, que você vai aproveitar como quiser. Não existe certo ou errado, nem regras a serem seguidas. O terapeuta está ali para ajudá-lo a fazer o que for melhor para você, sem se importar em agradar família, amigos, sociedade… (a não ser que esse seja de fato o seu objetivo, é claro).

cura de doenças: Se você procurar terapia pedindo pela cura de alguma doenaça, é possível que o terapeuta responda que sim, que ele pode te curar. Mas tome cuidado, não é nenhuma mágica. É importante compreender que um terapeuta não pode realmente curar, mas pode trabalhar junto com você para que chegue à cura. Por exemplo, na adesão de um tratamento, ou na aceitação de que você terá uma rotina diferenciada dos demais por conta da sua doença. O caminho para a felicidade e para a cura de transtornos e doenças depende de cada um. Frequentemente, entretanto, necessitamos de alguém que mostre a maneira, ou as possibilidades de se chegar lá, e é aí que o terapeuta exerce uma função fundamental, pois possuímos técnicas específicas para tal.

auto-conhecimento: Um bom terapeuta é aquele que pode ajudar o cliente a encontrar mais significado na vida e desenvolver sua autonomia. Fazendo terapia você aprimora seu potencial verdadeiro superando medos e resistências. Através da terapia você consegue aceitar e entender uma série de aspectos da sua vida, buscando mudar o que não o satisfaz.

Se você tem o desejo de viver uma vida melhor, faça terapia.
Não vai se arrepender.