Mais entrevistas: Amor, Filhos e Poluição Visual

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicologia Ambiental, Psicóloga Marcia Corrêa, Terapia Comportamental | Posted on 10-03-2009-05-2008

4

Pois é, mais um ano começando, muito trabalho no consultório e no UNIA/ANHANGUERA, onde agora também leciono Análise Experimental do Comportamento. Estou muito feliz pois tem sido uma experiência incrível e não só é gratificante transmitir meu conhecimento aos alunos como também tenho aprendido muito com eles. A instituição faz uma avaliação anual e os alunos tem a oportunidade de avaliar os professores anonimamente e apontar críticas e sugestões.

Além desse trabalho ainda tenho sido requisitada para entrevistas de diferentes temas. A primeira foi para falar sobre as mulheres que amam demais, para o Portal Terra . Por conta do meu aprimoramento profissional em Terapia Comportamental de casais e famílias sou constantemente procurada para entrevistas sobre problemas conjugais e familiares. No final das contas só aproveitaram uma frase minha dessa vez, mas de qualquer forma vou passar o link, pois a matéria é bem interessante:
http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI3503536-EI4788,00-Quando+amar+demais+o+outro+e+um+problema.html

Também fui solicitada mais uma vez pela Revista Malu, na Edição # 348. Dei uma entrevista dando dicas de como educar os filhos, contando os erros mais comuns que os pais cometem. Claro que na matéria não dá para colocar tudo que foi passado na entrevista, mas eles fizeram um bom resumo, com um quadrinho de erros comuns e conselhos. Estou nas páginas 18 e 19. Pra quem se interessar, é edição com a Vera Fisher na capa.

A última entrevista que dei foi para o Diário do Grande ABC, sobre influências da Poluição Visual na saúde humana. Foi publicado no último domingo, dia 8 de março (dia internacional da mulher), mas existe a versão online do Diário do Grande ABC que pode ser acessado via internet por qualquer pessoa, a qualquer momento, não precisa ser assinante. A minha entrevista está neste link:
http://setecidades.dgabc.com.br/default.asp?pt=secao&pg=detalhe&c=1&id=5732070
A matéria tem três páginas, minhas colocações estão na última página, no último parágrafo.

Vou procurar atualizar o blog com mais frequência, ok? Muito obrigada a todos os visitantes.

Poluição Atmosférica e seus Efeitos sobre a Saúde Humana

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicologia Ambiental | Posted on 16-10-2008-05-2008

2

Hoje o texto é longo. Segunda-feira, dia 13 de outubro de 2008, assisti a um seminário no Teatro da Faculdade de Medicina da USP que discutia o estado atual do conhecimento científico relacionado à poluição atmosférica e seus efeitos sobre a saúde humana, e quero compartilhar essa experiência com vocês.

O Prof. Dr. Marcos Boulos, Diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) abriu o evento destacando o seu objetivo, que é formular políticas públicas sobre saúde e poluição atmosférica. Ele lamentou a ausência de representantes da Petrobrás e da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA) no evento, pois uma das discussões principais era sobre o “diesel limpo”, um combustível bem menos nocivo que já teve resolução aprovada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e já devia ter sido distribuído.

Em seguida, a Profa. Dra. Maria de Fátima Andrade, Meteorologista do Laboratório de Análise dos Processos Atmosféricos (LAPAT) do Departamento de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP), apresentou uma palestra destacando as fontes emissoras responsáveis pela produção do aerossol atmosférico e ozônio na cidade de São Paulo. Há poluentes que tem regulamentação, como as partículas inaláveis e o ozônio, porém, outros gases do efeito estufa que afetam o ar são poluentes que não possuem regulamentação. A CETESB tem um sistema de monitoramento para avaliar a qualidade do ar, que permanece em boa parte do tempo como “REGULAR”. A palestrante destacou que já foi constatado uma redução significativa de SO2 e um decréscimo também no enxofre nas partículas finas (material particulado).

O palestrante seguinte foi o Prof. João Vicente de Assunção, coordenador do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP), oriunda da FM-USP. Sua palestra abordou a concentração atmosférica de substâncias tóxicas não regulamentadas determinadas na Cidade de São Paulo, e apontou para os fatores de equivalência toxicológica, que possui 17 substâncias que seriam as mais preocupantes. Entre as fontes de dioxinas e furanos podemos destacas processos térmicos, incineração e queima de combustíveis. Também há fontes de emissão de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs). O professor também destacou a queda significativa da presença de enxofre no diesel, mas alertou para o fato de que atualmente o conteúdo de enxofre na gasolina também é alto.

Em seguida contamos com a apresentação do Prof. Dr. Eduardo Jorge Sobrinho, da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, que também lamentou a ausência dos demais representantes esperados no evento. Sua palestra foi sobre o instrumento de promoção de saúde pública. Ele destacou a polêmica sobre o uso de diesel mais limpo e as empresas mais importantes dessa área que são a Associação de Engenharia Automotiva (AEA), e as já citadas ANFAVEA e Petrobrás. Com a resolução do CONAMA, de 2002, as empresas são obrigadas a garantir de um diesel mais limpo. Um fato interessante destacado pelo palestrante foi a mudança da opinião pública em relação à inspeção dos veículos, após o acesso à informação. A prefeitura vai instalar seis postos este ano (todos diesel, por enquanto) para avaliar se os veículos estão regulares. A partir do ano que vem o mesmo ocorrerá para carros e motos. Antes a o população reprovava essa avaliação, pois só pensavam nos transtornos como o tempo que perderiam fazendo a avaliação, no entanto, com a divulgação da campanha de diesel mais limpo (os poluentes e os danos à saúde), a população passou a cobrar da prefeitura pela implementação desse serviço.

O Prof. Dr. Nelson Gouveia, do Departamento de Medicina Preventiva da FM-USP apresentou uma visão geral dos efeitos adversos da poluição sobre a saúde humana. Para ele já não cabe mais perguntar se a poluição faz mal a saúde, pois já existem estudos mais do que suficientes comprovando essa relação. As questões atuais são “quem são os mais vulneráveis?”, “os níveis atuais de poluição são seguros?” e “qual o custo-benefício para a saúde?”. O palestrante apresentou um estudo mundial: 90 cidades nos Estados Unidos, 15 cidades na Europa, 7 cidades na Ásia e 9 cidades na América Latina, entre elas três no Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Neste estudo foram destacadas que as doenças respiratórias e cardiovasculares são as mais diretamente ligadas à poluição atmosférica. O desafio é alcançar o padrão de qualidade do ar do relatório publicado pela Organização Mundial de Saúde. Segundo os estudos apresentados pelo palestrante, Belo Horizonte e Salvador são duas cidades brasileiras que já podem comemorar esse feito.

O Prof. Dr. Luiz Alberto Amador Pereira, docente da Universidade Católica de Santos e membro do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da FM-USP, falou da poluição atmosférica e saúde infantil e a Profa. Marisa sobre poluição atmosférica e saúde fetal e gestacional. Essas duas palestras destacaram estudos científicos experimentais sobre o efeito da poluição em fetos e crianças, comprovando o quanto a poluição atmosférica prejudica a saúde desde o início da vida, pois influencia no peso da criança ao nascer e em doenças posteriores como diabetes, hipertensão e doenças cardíacas, além do estresse.

Em seguida contamos com a palestra do Prof. Dr. Paulo Saldiva, do Departamento de Patologia da FM-USP, sobre efeitos cardíacos e respiratórios dos níveis urbanos de poluição atmosférica. Através de imagens mostrou o quanto a poluição atmosférica inflama o nariz e o desafio das vias aéras em manter parte significativa dos pulmões limpos, nos desafiando a deixar 100m2 de um espaço aberto limpo. A “fauna humana” não é conservada, para fazer uma estrada, que implica em degradar o meio ambiente, é preciso da autorização, mas para fazer uma avenida, dentro de uma cidade, não é necessário nenhum autorização, mas a saúde humana é degradada! Muitos estudos sobre causas de infarto falam da influência do trânsito das grandes cidades e questionam se o principal motivo seria a poluição ou o estresse e, ao contrário do que muita gente pensa, o principal fator é a poluição atmosférica. Mas já foi constatada a queda de poluição em São Paulo, principalmente de 1996 para cá, com um menor índice de mortalidade por exposição ao carvão, o que comprova que limpar o ar faz bem à saúde! Segundo o palestrante, falar hoje que a poluição não altera a saúde é a mesma coisa que dizer que a Terra é plana e não podemos mais aceitar isso.

Fatores sócio-econômicos como modificadores dos efeitos dos poluentes atmosféricos também foram abordados neste seminário, pela Profa. Dra. Cristina Haddad, da Secretaria de Saúde da Prefeitura de São Paulo. Ela é arquiteta e fez seu doutorado no Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da FM-USP, onde é colaboradora até hoje. Ela questiona se existe um grupo de risco, e se seria as pessoas de piores condições sócio-econômicas e foi constatada a vulnerabilidade relacionada à proximidade com ambientes mais poluidos. Por exemplo, no bairro Cerqueira Cesar não existe praticamente nenhuma vulnerabilidade, mas as pessoas que residem próximas à estações de metrô possuem mais doenças respiratórias, segundo um estudo com mortalidade de idosos de 2004.

A última palestrante do dia foi a Profa. Dra. Simone El Khouri Miraglia, do Centro Universitário SENAC, de São Paulo, onde leciona na graduação e na pós graduação. Ela também trabalha no Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da FM-USP e trouxe alguns dados sobre a valoração dos efeitos da poluição atmosférica. Ela destacou os impactos globais dos combustíveis fósseis na saúde pública e os custos diretos como gastos com internações, perda de produtividade no trabalho, mortalidade (e consequentemente o período perdido de produtividade) e danos a monumentos, edificações, plantas e vegetações. Ela também destacou que não podemos deixar de considerar os custos indiretos. Contudo fica destacada a importância dos investimentos relacionados ao controle da poluição, que, se não for pela saúde humana, então que seja pelos fatores econômicos, pois está constatado que poluir custa caro e investir em saúde é lucrativo para todos.

Espero que tenham apreciado o resumo deste evento que, ao meu ver, foi muito importante e por isso me vi no dever de divulgar o que foi discutido para que o debate continue. Aguardo seus comentários.

Boas novas no campo profissional

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicologia Ambiental, Psicóloga Marcia Corrêa | Posted on 14-08-2008-05-2008

4

Prezados leitores, assim como coloquei aqui a notícia do meu último emprego, venho ressaltas as últimas novidades, aos interessados e àqueles que acompanham minha carreira profissional.

Antes de mais nada, gostaria de compartilhar que eu passei no concurso público para psicóloga da Prefeitura de Guarulhos. Passei em 16º lugar. Eram 30 vagas e já chamaram até a 10ª… já já chega a minha vez!! Eu não tinha falado antes por aqui por estar trabalhando ainda na Search Consulting (que virou Search Gestão de Carreiras) e não sei o quanto isso pudesse influenciá-los a me demitir… mas nesses quase três meses percebi que esse trabalho não era para mim… Então, a segunda novidade é que eu não trabalho mais na Search – definitivamente não é a minha praia. Agradeço a Deus pela oportunidade que eu tanto queria, de ter uma rotina agitada dia-a-dia, aprendi muito, mas definitivamente não sei trabalhar da forma que eles trabalham.

Agora a melhor de todas as novidades: eu sou a mais nova professora do UniA (Centro Universitário de Santo André) que esse ano passou a fazer parte da Anhanguera Educacional. E vou dar aulas de PSICOLOGIA AMBIENTAL!! Melhor impossível! Aulas na sexta-feira a noite e sábado de manhã (ou seja, consigo conciliar com o trabalho em Guarulhos quando me chamarem). O currículo do curso de Psicologia foi alterado e acrescentaram novas matérias, entre elas Psicologia Ambiental, e a Profa. Ivone, coordenadora do curso de Psicologia, entrou em contato comigo para que eu assumisse essa aula. As aulas começam essa semana.

UNIA Site do UniA: http://www.unia.br

ANHANGUERA Site da UniAnhanguera: http://www.unianhanguera.edu.br

Continuo com o consultório também. Pelo menos por enquanto, não sei se continuarei depois de iniciar o trabalho em Guarulhos. Mas isso pode ser pensado mais para frete.

Abraços a todos os visitantes, um ótimo dia e o meu muito obrigada.

III Encontro sobre Mudanças Climáticas

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicologia Ambiental, Psicóloga Marcia Corrêa | Posted on 15-03-2008-05-2008

1

Com muito prazer, participei, na última sexta-feira, dia 14 de março de 2008, do III Encontro Latino Americano e Caribenho da Rede de Governos Regionais para o Desenvolvimento Sustentável (nrg4SD), com o tema: Mudanças Climáticas: Discutir o Presente para Garantir o Futuro.

mudanças climáticas
Entrada do Auditório Ibirapuera

Foi um evento muito agradável, a começar pelo local: o Auditório Ibirapuera: um espaço muito especial que existe no meio do famoso Parque do Ibirapuera, que recebe cerca de 20 mil visitantes de segunda à sexta, aos sábados 70 mil e que, aos domingos, já chegou a receber 130 mil! Eu, que sou frequentadora do Parque há muitos anos, ainda não conhecia esse auditório e fiquei encantada.

Na Sessão de Abertura do evento, contamos com a presença de: Francisco Graziano Neto, o Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e Vice Presidente da Rede nrg4SD para a America Latina e o Caribe; Ricardo Sánchez Sosa, o Diretor Regional PNUMA para a América Latine e o Cariber; Tasneem Essop, a Ministra do Meio Ambiente, Planejamento e Desenvolvimento Econômico da Província de Western Cape – África do Sul e Co e Presidenta da Rede nrg4SD; e também de Sabin Intxaurraga, o Coordenador da Secretaria Geral da Rede nrg4SD, do Governo Basco. Falaram da preocupação política dos países participantes em criar parcerias visando minimizar os problemas causados pelas mudanças climáticas, contribuindo para o desenvolvimento sustentável.

O evento contou com três mesas redondas e uma palestra. A primeira mesa fo sobre “A Contribuição dos Estados Brasileiros no Combate às Mudanças Climáticas”; a segunda mesa teve como tema “América Latina: Os esforços e os impactos da Governança” e a terceira mesa abordava os demais países e foi intitulada como “Mudanças Globais: Cinco Continentes e um só Regime Internacional”. Após as mesas o Presidente do Centro Nacional de Referência em Biomassa, CENBIO, José Roberto Moreira, que também é o Autor do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas – IPCC, fez uma polêmica palestre sobre o “Etanol e as Mudanças Climáticas”, defendendo a produção de cana de açúcar e etanol, mostrando através de vários dados que não há razão para não produzí-los no Brasil.

O evento foi gratuito, realizado pela CETESB – Secretaria do Meio Ambiente e Governo Estadual de São Paulo, e foi muito bem organizado. Teve um público que variava desde estudantes do ensino médio até grandes profissionais de várias áreas do conhecimento que, de uma forma ou outra, se interessam pelo futuro do planeta e o Desenvolvimento Sustentável.

Mais informações sobre o conteúdo deste evento no site: www.nrg4sd.net

Mais fotos em www.fotolog.com/psicomarcia

Visita à TETRA PAK

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicologia Ambiental, Psicóloga Marcia Corrêa | Posted on 17-01-2008-05-2008

7

No final do ano passado fui convidada pela Profa. Dra. Marlise Bassani para ir juntamente com seus alunos de pós-graduação conhecer a fábrica da Tetra pak! Foi uma experiência inesquecível e a preocupação dele em reciclar as embalagens é impressionante!! Cabe a nós, usuários, aprender que embalagem tetrapac (essas de caixinha de suco e tudo mais) são totalmente recicláveis sim… como são compostas de papel, plástico e alumínio as vezes a dúvida é onde jogar a embalagem – a resposta é: qq lugar (desde que seja separado do lixo orgânico, é claro!) Isso porque todo lixo reciclado passa por um processo de seleção antes, onde são separados corretamente cada ítem – mas se você quer jogar no lugar mais correto, jogue em “papel” (lixo azul).

Assistimos palestras, visitamos a fábrica, conhecemos tudo mesmo! Todos foram muito atenciosos e me senti realmente bem-vinda nesta visita! Agradeço a todos os envolvidos!!

tetrapak
Mais fotos no www.fotolog.com/psicomarcia

Um pouco sobre a empresa (retirado do site oficial)

O Fundador
A história da Tetra Pak tem início quando seu fundador, o sueco Dr. Ruben Rausing, na época cursando a universidade de Harvard (EUA), descobriu as lojas de auto-serviço. Ruben Rausing achou que a novidade americana iria, em breve, se espalhar pela Europa. As empresas, então, precisariam de embalagens práticas para acondicionar e preservar os alimentos, muitos até então vendidos à granel. Nascia a primeira embalagem da Tetra Pak.

A Empresa
Em 1951, já de volta à Suécia, Dr. Ruben Rausing idealizou a embalagem, em formato de tetraedro (quatro faces, triangular, com base horizontal). Um ano depois, em 1952, a empresa já comercializava sua primeira máquina de embalagens cartonadas. O creme de leite foi o primeiro produto a ser embalado pela Tetra Pak. Três anos depois as embalagens da Tetra Pak começaram a acondicionar leite pasteurizado. A embalagem tipo longa vida, no entanto, seria criada apenas em 1961. Foi neste ano que Dr. Ruben Rausing uniu os conceitos de ultrapasteurização e embalagem asséptica, criando a embalagem que protegeria o leite, sem necessidade de conservantes e refrigeração.
pelé garoto propaganda da Tetra Pak

Expansão
A empresa expandiu suas atividades na década de 90, adquirindo a Alfa Laval, um dos maiores fornecedores mundiais de equipamentos e plantas para a indústria alimentícia. A Tetra Pak passou a oferecer a seus clientes sistemas completos integrando as linhas de processamento, envase e distribuição de produtos.

Atualmente
Hoje, a Tetra Pak está presente em mais de 165 países – é uma organização global que produz sistemas integrados para processamento, envase, distribuição e embalagens cartonadas para alimentos como leite e derivados, sucos, chás, derivados de tomate, cremes, molhos e outros.

Visitem o site oficial: http://www.tetrapak.com.br

Tetra Pak – protege o que é bom!

IV Congreso ALAPSA

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicologia Ambiental, Psicóloga Marcia Corrêa, Terapia Comportamental | Posted on 03-12-2007-05-2008

0

Fazia tempo que eu não atualizava o blog! Desculpem, não vou demorar tanto até o próximo post. Ocorreu em São Paulo, na Unip campus Barcelar, de 15 a 18 de novembro, o IV Congreso Latinoamericano de Psicología de la Salud e XI ENPAH – Encontro Nacional de Psicólogos da Área Hospitalar. Foi um congresso muito interessante, com temas variados (todos dentro da Psicologia da Saúde e Psicologia Hospitalar) e profissionais de vários locais do Brasil e da América Latina.

Apresentei (em co-autoria com a minha orientadora Profa. Dra. Marlise Bassani), uma mini conferência da minha dissertação de mestrado, focando o trabalho realizado dentro de um hospital infantil humanizado.

alapsa
Mini Conferência no IV Congresso ALAPSA

O mais bacana desse congresso foi ter encontrado uma colega de Goiania que leu a minha dissertação de mestrado e utilizou o mesmo instrumento que eu na dissertação dela – a Escala AUQEI, de Qualidade de Vida para crianças. Conversamos muito e certamente manteremos contato. Fiquei super contente de saber que a minha dissertação chegou nas mãos de uma pessoa em Goiania! Sãos as vantagens da internet, não é mesmo?

I Semana de Psicologia da Fafijan

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicologia Ambiental, Psicóloga Marcia Corrêa | Posted on 29-10-2007-05-2008

0

Quinta feira viajei para Maringá, a convite da minha colega de mestrado, a Profa. Renata Emy Koyama, e dei uma palestra em Jandaia do Sul, na I Semana de Psicologia da Fafijan. A Palestra foi uma introdução à Psicologia Ambiental. Falei dos fenômenos estudados, como espaço pessoal, aglomeração, apropriação do espaço, estresse urbano etc., assim como as possíveis áreas de atuação do psicólogo ambiental e a sua forma de ver as inter-relações pessoa-ambiente, destacando o trabalho interdisciplinar.

É o primeiro curso de Psicologia de Jandaia do Sul. Na platéia eram todos alunos do primeiro ano de Psicologia. A grande maioria das pessoas presentes não conheciam Psicologia Ambiental e outras tinham uma visão equivocada, como se o campo de estudo estivesse concentrado apenas no ambiente natural. Comentei sobre alguns trabalhos em ambiente construído (urbano) em hospitais e no meu consultório, e creio que com isso consegui dar um grande passo para o futuro da Psicologia Ambiental, pois dali podem surgir futuros pesquisadores da área.

Vejam a programação completa da Semana aqui:
http://www.fafijan.br/graduacao/psi/semana_2007/index.htm

Gostaria de aproveitar esse espaço do meu blog para elogiar a forma como fui recebida, os presentes e o carinho que recebi de todos na Fafijan! Muito obrigada, de coração! Jamais esquecerei esse momento da minha carreira profissional!

III Seminário… minhas considerações

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicologia Ambiental, Psicóloga Marcia Corrêa | Posted on 05-10-2007-05-2008

2

O III SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE PSICOLOGIA AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PUC/SP – EMBRAPA, com o tema “água, mudanças climáticas e bem-estar” foi um sucesso! Não imagino uma forma melhor de comemorar os 10 anos do Grupo de Estudos e Pesquisa em Psicologia Ambiental da PUC/SP (do qual faço parte desde 2000, quando iniciei meu Aprimoramento).

III Seminário
Palestrantes e alguns dos membros da comissão organizadora do evento

Eu não pude acompanhar tudo porque estava trabalhando na comissão organizadora, mas consegui assistir a conferência do Dr. Gabriel Moser, e foi muito interessante. Ele apresentou três pesquisas realizadas no Laboratoire de Psychologie Environnementale, todas relacionadas à água. A primeira pesquisa apresentada, que na verdade foi a última realizada, falava do uso e da percepção da água em quatro países, de três continentes: Europa (Itália e França), Ásia (Índia) e America Latina (México). Nos países em desenvolvimento, como a Índia e o Mexico onde a acessibilidade, qualidade e acessibilidade à água limpa são incertas, foi constatado que havia uma maior conscientização da importância da água e da sua degradação progressiva, enquanto que nos países ocidentais desenvolvidos, onde as pessoas possuem uma boa instrução, educação etc. não há essa conscientização e as pessoas ainda agem como se a água fosse um recurso ilimitado.

Eu, particularmente, me surpreendi com essa constatação, pois, as pessoas que são melhores instruídas, com acesso a educação, deveriam ter uma noção mais clara de que a água do planeta está acabando sim e que precisamos tomar as devidas providências para garantir uma boa qualidade de vida para a nossa geração e para as gerações futuras, enquanto que as pessoas menos instruídas talvez não tivessem essa noção, mas o que acontece é justamente o contrário. Quem não possui saneamento básico é quem valoriza muito mais a água!

As outras duas pesquisas apresentadas por Moser também foram interessantes, uma falando sobre os agricultores franceses e a forma como eles lidam com as questões relacionadas à desenvolvimento sustentável e a terceira sobre a percepção da água e condições do acoplamento no comportamento de conservação em vários países: da Europa: Munich, Madrid, Rennes, Limoges, Bordeaux, e Paris; da Ásia: Jakarta e Osaka; da África: Ouagadougou e da América do Sul: Brasília. Pesquisadores desses paises se uniram para essa pesquisa e o resultado foi semelhante ao da primeira (no que diz respeito aos países em desenvolvimento e os mais desenvolvidos), e destaco os dois tipos de representação da água: uma visão fragmentada, baseada na experiência individual e dependente da proximidade temporal e espacial; e uma visão abstrata, global e ecológica baseada na percepção de interdependência entre pessoa e ambiente, largamente independente do contexto temporal e espacial.

O Seminário ainda contou com a presença da Profa. Dra. Marlise Bassani, uma das coordenadoras do convênio PUC-Embrapa, que fez uma apresentação destacando as pesquisas já realizadas dentro deste convênio e a produção do Grupo de Estudos e Pesquisa em Psicologia Ambiental da PUC/SP em Congressos e outros Eventos Científicos num video descontraído que apresentava uma sequência de fotos com pesquisadores ilustres da Psicologia Ambiental atual. Para ressaltar a importância da inter-relações pessoa-ambiente na saúde e na qualidade de vida, ela usou como música de fundo Felicidade, de Luiz Tatit, e foi muito elogiada por isso. Deixo aqui a letra da música, para quem não a conhece:

Felicidade
Luiz Tatit

Não sei porque estou tão feliz
Não há motivo algum pra ter tanta felicidade
Não sei o que que foi que eu fiz
Se fui perdendo o senso de realidade

Um sentimento indefinido
Foi me tomando ao cair da tarde
Infelizmente era felicidade
Claro que é muito gostoso
Claro que eu não acredito
Felicidade assim sem mais nem menos
É muito esquisito!

Não sei porque estou tão feliz
Preciso refletir um pouco e sair do barato
Não posso continuar assim feliz
Como se fosse um sentimento inato
Sem ter o menor motivo
Sem uma razão de fato

Ser feliz assim é meio chato
As coisas nem vão muito bem
Perdi o dinheiro que tinha guardado
E pra completar depois disso
Eu fui despedido estou desempregado

Amor que sempre foi meu forte
Não tenho tido muita sorte
Estou sozinho sem saída
Sem dinheiro sem comida
E feliz da vida

Não sei porque estou tão feliz
Vai ver que é pra esconder no fundo uma infelicidade
Pensei que fosse por aí
Fiz todas terapias que tem na cidade
A conclusão veio depressa
Sem nenhuma novidade
Meu problema era felicidade

Nem fiquei desesperado
Fui até, bem razoável
Felicidade quando é no começo
Ainda é controlável

Não sei o que que foi que eu fiz
Pra merecer estar radiante de felicidade
Mais fácil ver o que eu não fiz
Fiz pouca coisa aqui pra minha idade
Não me dediquei a nada
Tudo eu fiz pela metade
Por que então tanta felicidade?

Dizem que só penso em mim
Sou muito centrado
Que sou egoista
Tem gente que põe meus defeitos
Em ordem alfabética
E faz uma lista
Por isso não se justifica
Tanto privilégio de felicidade

Independente dos deslizes
Dentre todos os felizes
Sou o mais feliz

Não sei porque estou tão feliz
E já nem sei se é necessário ter um bom motivo
A busca de uma razão
Me deu dor de cabeça
Acabou comigo

Enfim eu já tentei de tudo
Enfim eu quis ser conseqüente
Mas desisti
Vou ser feliz pra sempre

Peço a todos: com licença!
Vamos liberar o pedaço
Felicidade assim desse tamanho
Só com muito espaço

O Dr. José Maria Gusman Ferraz, coordenador do Convênio PUC-Embrapa pela Embrapa Meio Ambiente, apresentou uma conferência sobre mudanças climáticas e educação ambiental, além de participar da Mesa Redonda “Olhares sobre a água” que contou também com uma linda apresentação do Frei Vasco Croccoli, que apresentou a sua visão religiosa de uma forma muito agradável de se ouvir, lembrando inclusive que no dia 4 de outubro (data do seminário) celebramos São Francisco de Assis, que tanto amava a natureza.

Outra apresentação interessante foi a do Professor Marco Antônio Ferreira Gomes, da Embrapa Meio Ambiente, sobre o Aquífero Guarani frente às mudanças climáticas. Foi clara a reação das pessoas em relação à esse tesouro que possuímos em nosso país e que não podemos mais degradar. Algumas pessoas presentes chegaram a comentar comigo que nem sabiam da existência desse Aquíforo, que é tão importante quanto a nossa floresta amazônica.

Este ano tive a oportunidade de apresentar um trabalho também, na inédita seção de posters enviados por estudantes e profissionais que lidam de alguma forma com a Psicologia Ambiental. O meu foi uma revisão atualizada da inserção de aquários em hospitais buscando destacar os benefícios que a inclusão deles podem trazer ao paciente hospitalizado, assim como aos acompanhantes, funcionários e demais pessoas inseridas no ambiente.

Outros três posters me chamaram a atenção:

O de Suzana Maria da Silva Ferreira Lima, sobre o trauma e a dor das mulheres ribeirinhas que tiveram que vivenciar o escalpelamento (perda parcial ou total do couro cabeludo) provocado pela sucção do motor de eixo do barco que utilizam; o da equipe da prefeitura municipal de Barueri, com a Agenda 21 Escolar, e aproveito para agradecer o material distribuído, principalmente o broche que diz “penso globalmente e atuo localmente” (quem me conhece sabe o quanto adoro broches, estou sempre com algum na bolsa ou na roupa); e o de Maísa Mostica Hortal, com uma proposta de desenvolvimento sustentável local muito interessante.

Sem dúvidas foi um prazer para mim ter participado mais uma vez da comissão organizadora deste seminário. É um trabalho voluntário que eu faço desde a sua primeira edição e vê-lo crescendo a cada ano é uma satisfação pessoal muito grande.

22 de setembro – Dia Mundial sem Carro

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicologia Ambiental | Posted on 21-09-2007-05-2008

0

Vou repassar aqui o texto que recebi do site Ser Melhor, da minha colega Salete Amador.
Visitem o site, que é bem interessante: http://www.sermelhor.com

Neste dia 22 comemoramos o dia mundial sem carro. O dia surgiu em 1998 na França e a cada ano vem se espalhando por diversos países.

Muito além desta ser mais uma data comemorativa em meio a outras centenas, para todos aqueles que residem em uma grande cidade é uma data por demais importante. Importante pois as proporções que o transporte individual tomou nos dias atuais é prejudicial a todos, tanto a motoristas como pedestres e cidadãos.

A poluição liberada pelos veículos vai muito além dos gases que contribuem com o aquecimento global, emitindo também substâncias tóxicas como óxidos de enxofre e nitrogênio além de gerar ozônio, todas extremamente prejudiciais a nossa saúde.

Além disto os congestionamentos geram perdas econômicas enormes além do stress dos motoristas, poluição sonora e acidentes devido a direção perigosa.

Desta forma, em meio ao caos em que aos poucos nos afundamos, o Dia Mundial sem Carro vem como uma maneira de, além de repensarmos no transporte de nossas cidades, uma ação efetiva, a fim de chamar a atenção dos governos e das pessoas que ainda não tomaram consciência disto.

Neste dia 22, utilize transporte coletivo, ande a pé ou de bicicleta, pratique esportes ou fique em casa tranquilo! Informe-se em sua cidade e verifique se neste dia ela disponibilizará atividades.

Faça um esforço e participe você também!

Um abraço da equipe Ser Melhor

DIVULGAÇÃO: III Seminário Internacional de Psicologia Ambiental e Desenvolvimento Sustentável PUC/SP- EMBRAPA

Posted by Marcia Corrêa | Posted in Psicologia Ambiental | Posted on 20-09-2007-05-2008

1

Faço parte da comissão organizadora deste seminário desde a sua primeira edição, e aproveito o espaço do meu blog para divulgar esse evento tão importante para a Psicologia Ambiental do Brasil.

Núcleo de Psicossomática e Psicologia Hospitalar do Programa de Estudos Pós Graduados em Psicologia Clínica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Embrapa Meio Ambiente
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Convidam para o

logopeqIII SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE PSICOLOGIA AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PUC/SP – EMBRAPA

ÁGUA, MUDANÇAS CLIMÁTICAS E BEM-ESTAR

Data: 04 de outubro de 2007.

Local: PUC/SP – Auditório 239

Rua Ministro Godoy, 969 2º. andar
Perdizes – São Paulo (SP)

Horário: 8h30 às 18h

Programação:
http://www.pucsp.br/pos/eventos/23_08_07_programacao_psc.html

Normas gerais e inscrições:
http://www.pucsp.br/pos/eventos/23_08_07_normas_psc.html

Lembrando que as inscrições são gratuitas (para quem não quiser certificado),
porém obrigatórias. Garanta a sua! Até lá!!